Em tempos de crise, os empresários começam a enxergar a atuação da advocacia de maneira diferente, percebe-se a importante missão que o advogado possui de fornecer sustentabilidade jurídica a empresa. 

Começa-se a romper com a cultura de acionar o advogado apenas para contestar ou ajuizar ações.

Ou seja, quando o problema judicial já está instaurado, sem antes evitá-lo.

De forma incipiente as empresas começam a pôr em prática o exercício da sustentabilidade jurídica, baseada na advocacia preventiva, através de planejamento, auditoria, consultoria e análise dos riscos jurídicos.

As grandes empresas já se atentaram para esse fato.

É mais barato e menos custoso investir em prevenção quando comparado com os custos com:

  • Despesas processuais.
  • O tempo da demanda judicial.
  • Incômodo da interferência judiciária na empresa.

As pequenas e médias empresas devem compreender e perceber as vantagens da advocacia preventiva, focada na sustentabilidade jurídica.

Veja: 08 benefícios da advocacia preventiva para as PME.

O advogado consultor e planejador busca o alinhamento das relações jurídicas, evitando  problemas e punições diversas.

Entretanto, não se trata apenas de afirmar o que é lícito ou ilícito, é uma expressão proativa, utilizando-se de instrumentos modernos de tecnologia jurídica. 

Além da advocacia preventiva, a tecnologia jurídica empresarial é capaz de possibilitar maior proteção patrimonial aos bens da empresa e dos sócios, arquitetar o planejamento sucessório em vida, evitando conflitos entre herdeiros e custos com processo de inventário; reduz a carga tributária e otimiza as atividades empresariais, organizando-as, através da constituição de holdings.

Veja também: Como garantir a Proteção Patrimonial nas PME.

O novo estilo de fazer advocacia busca sempre o caminho menos oneroso para o empresário em suas decisões empresariais.

O advogado deve ser capaz de auxiliar o empresário na gestão estratégica da empresa.

Logo, é de se destacar que a realização de bom planejamento jurídico é fundamental para garantir a sustentabilidade empresarial.

Não apenas as grandes empresas, mas, também PME  estão começando a enxergar os benefícios da advocacia empresarial inovadora.

Espelharam-se em empresas estrangeiras e decidiram antecipar o foco jurídico.

Afastaram-se de demandas que se resumiam em ajuizar ou contestar ações.

Migraram para a prevenção, evitando surpresas desagradáveis, focando na qualidade e no crescimento empresarial.

Portanto, a sustentabilidade jurídica preocupa-se com a preservação da empresa, melhorando seus resultados, sempre buscando evitar problemas.

É estabelecido o respeito as normas jurídicas, objetivando a estabilidade ao negócio, garantindo maior conforto aos trabalhadores, fornecedores, sócios…

Possibilita ao administrador/sócio focar no crescimento da empresa, sem se preocupar com possíveis contingências judiciais.

O advogado não deve ser visto como aquele que apenas move ações e defende-as, pelo contrário, a nova advocacia baseia-se na segurança jurídica, na prevenção de litígios, no crescimento, na organização e proteção patrimonial.

Veja: A nova advocacia e tecnologia jurídica para pequenas e médias empresas.

As pequenas e médias empresas que buscam o desenvolvimento empresarial devem se atentar para essa realidade e mudar, valorizando as diversas tecnologias jurídicas que um advogado especializado no direito empresarial pode oferecer. 

A sustentabilidade jurídica é cultura nos países norte-americanos, europeus e asiáticos. O advogado atua como parceiro na condução da atividade econômica, garantindo a saúde empresarial, bem como, mostrando alternativas que os administradores podem não enxergar. 

Dessa forma, o advogado empresarialista possui a missão de fornecer sustentabilidade jurídica, principalmente as pequenas e médias empresas, para que possam crescer e desenvolver sua atividade empresarial de maneira saudável.


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